No primeiro exercício trabalhamos com folha de papel sulfite de tamanho quadrado para fazer dobraduras. Na primeira etapa dobramos o papel verticalmente em oito partes e depois fizemos mais oito dobraduras na diagonal. O resultado foi uma dobradura com textura de formas geométricas que quase se fechava em um cilindro. Na segunda etapa dobramos o papel na diagonal, e depois seguimos fazendo dobraduras nos dois sentidos da folha, para que o resultado final ficasse semelhante a uma sanfona triangular.
A seguir, as dobraduras são representadas de diversas formas, usando-se os calungas como referenciais de escala.

Aqui a dobradura é representada como um edifício comercial.

Aqui a mesma dobradura é representada de forma que poderia ser um túnel ou uma passarela de um edifício.

Aqui, usando um diferente calunga como referencial, podemos entender a dobradura como a textura de uma parede.

Aqui a outra dobradura fica representada como uma edificação de um museu.

Aqui a mesma dobradura ganha aspecto de uma simples escultura de um parque ao mudar o referencial de escala.
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